Uma partida em 10×10 com captura máxima, pedras que capturam nos dois sentidos e damas de longo alcance.
As damas internacionais são jogadas em cem casas, com 20 peças para cada lado. As duas fileiras centrais começam livres, criando um início mais espaçado e combinações capazes de atravessar grandes trechos do tabuleiro.
A pedra avança uma casa na diagonal, mas captura para a frente e para trás. Vence quem elimina todas as peças adversárias ou bloqueia seus movimentos.
A primeira passagem não revela qual lance é permitido. Compare todas as continuações: uma cadeia de três peças tem prioridade sobre uma de duas, mesmo que o caminho menor pareça terminar melhor.
As brancas têm dois inícios, mas somente o percurso que remove três peças é permitido. A captura curta junto à borda não pode ser escolhida.
Quando duas rotas chegam ao mesmo total máximo, a escolha é livre. Compare a casa de chegada e a estrutura restante antes de confirmar.
Ao terminar o lance na última linha, a pedra é coroada. A dama voadora percorre qualquer quantidade de casas livres na diagonal e pode capturar à distância.
A dama captura a peça preta à distância e escolhe uma casa livre depois dela. Um pouso mais distante pode abrir a próxima captura.
Depois da peça capturada, mais de uma casa de pouso pode estar disponível. Essa escolha decide se outra captura aparece e qual setor ficará sob controle.
As regras essenciais são próximas, mas a densidade muda. A versão internacional usa 10×10 e 20 peças por lado; a brasileira concentra 12 pedras em 8×8 e chega ao contato mais cedo.
Sim. Escolha o computador ou outro jogador e comece direto no navegador.
Dez linhas por dez colunas, com 50 casas escuras usadas no jogo.
Vinte, distribuídas nas quatro primeiras fileiras.
Sim. Apenas o movimento simples é limitado para a frente.
Sim. É preciso concluir o percurso que captura o maior número de peças.
Por qualquer distância em uma diagonal livre, para a frente ou para trás.
Não. A partida de treino funciona sem conta.